
O que fazemos quando não temos o que escrever. Os grandes nomes da literatura preferem filosofar e vagar entre frases de efeitos misturadas a desculpas esfarrapadas. Como ainda sou pequeno não tenho este direito. Vou escrever qualquer coisa. Falando em coisas fúteis, boicotaram o desfile do Monobloco neste domingo que passou. Às oito horas da noite, num calor que não ficou devendo nada ao meio dia, quando a festa iria começar, desligaram o som. Ditando a moda, o único bloco de rua sem enredo próprio, reuniu mais de 3 mil pessoas na rua Jardim Botânico. O boato que corria solto era de que os mosquitos que infernizavam os poucos que ainda não estavam bêbados, eram da espécie Aedes Egipt. Mas como todos já estavam devidamente embriagados e com intenções já mais que definidas, ficaram a ver navios e mulheres bonitas trêbadas, tristes e sem ter ao som do que pular o carnaval. Telepaticamente a multidão se dirigiu ao BG e a festa terminou por lá mesmo. Se já não bastasse o apagão, o esvaziamento do piscinão, o mar flat no verão, a epidemia de dengue e a nova moda de seqüestrar qualquer um, o carioca agora perdeu mais dia de alegria.E a prefeitura ainda nos vem com um manual de boas maneiras na praia. Ah, vai te catar! Pelo menos ontem o Vasco ganhou, encontrei meus amigos e amigas e fui para casa semifeliz.

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